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Entenda como se define o valor de um mineral

Muitas pessoas se perguntam: qual é o mineral mais valioso do mundo?

A resposta pode surpreender. Não existe apenas um mineral que ocupe esse posto de forma definitiva. O valor de um mineral depende de vários fatores, e pode mudar ao longo do tempo.

O que define o valor de um mineral?

O preço de um mineral não está ligado apenas à sua raridade. Ele pode variar de acordo com:

  • demanda do mercado (quanto ele é procurado); 
  • aplicações industriais ou tecnológicas; 
  • qualidade e pureza; 
  • custos de extração. 

Ou seja, um mineral pode ser raro, mas não ter alto valor comercial se não houver demanda por ele.

Raridade é o mesmo que valor?

Nem sempre.

Alguns minerais são raros do ponto de vista geológico, mas são pouco conhecidos e pouco utilizados. Já outros, mesmo não sendo raros, podem atingir preços elevados por causa da alta procura.

Um exemplo são metais usados em tecnologia avançada, como:

  • componentes eletrônicos; 
  • baterias; 
  • equipamentos médicos; 
  • indústria aeroespacial. 

Quando a indústria depende de determinado mineral, o valor pode subir rapidamente.

Valor por quantidade

Outro ponto importante é a forma como o valor é medido.

  • gemas (como pedras preciosas) costumam ser vendidas por quilate (1 quilate equivale a 0,2 grama); 
  • metais e minerais industriais são negociados por quilo ou tonelada; 
  • ouro, prata, platina e paládio são os principais metais medidos em onças troy, padrão internacional para metais preciosos. A onça é usada para cotação em bolsas, moedas e barras de investimento. 

Isso significa que um mineral pode ser muito caro por grama, mas ter pouca aplicação econômica total.

A influência da tecnologia

A tecnologia tem grande impacto no valor dos minerais.

Quando surge uma nova aplicação, como baterias mais eficientes ou equipamentos eletrônicos mais potentes, a demanda por certos minerais pode crescer rapidamente.

Isso pode transformar um mineral pouco valorizado em um recurso estratégico.

E a sustentabilidade?

Hoje, o valor de um mineral também está relacionado à forma como ele é extraído.

A mineração responsável, com menor impacto ambiental e respeito às comunidades locais, tornou-se um fator importante na avaliação econômica e social de um recurso mineral.

Então, qual é o mais valioso?

A resposta correta é: depende do critério utilizado.

  • se o critério for raridade geológica, alguns minerais pouco conhecidos podem ocupar o topo da lista. Entre os exemplos mais conhecidos estão o diamante natural, além de diversas outras pedras preciosas que se formam sob condições geológicas específicas e raras; 
  • se o critério for alta demanda, a lista de minerais valiosos vai variar de tempos em tempos;
  • se for impacto econômico global, minerais estratégicos usados em tecnologia ganham destaque. 

Mais importante do que apontar “o mais valioso” é entender que o valor mineral é resultado de uma combinação entre geologia, mercado, tecnologia e sociedade.

Fonte: Correio Braziliense

Projeto da Embrapa busca novas soluções para a recuperação de áreas mineradas

A parceria entre a Embrapa Cerrados e a mineradora Kinross Gold Corporation marca um avanço significativo para a recuperação ambiental na mineração brasileira. Em Paracatu (MG), as duas organizações desenvolvem um modelo pioneiro, sustentável e replicável para restaurar áreas impactadas. A iniciativa oferece uma solução concreta para reduzir passivos ambientais e evidencia, por meio da ciência e da tecnologia, o compromisso real do setor mineral com as melhores práticas ESG.

Os testes acontecem na mina Morro do Ouro, onde o solo tem muitos desafios: é muito ácido, pouco fértil, compacto e contém metais tóxicos. Além disso, as leis ambientais não permitem o uso de plantas com raízes muito profundas ou copas muito grandes, o que torna o trabalho ainda mais difícil.

Segundo a pesquisadora Leide Andrade, da Embrapa, esses locais “são ambientes hostis à vida vegetal, e escolher as espécies certas é essencial para o sucesso da recuperação”.

A equipe passou a testar plantas nativas do Cerrado e leguminosas resistentes, como Mimosa somnians e Alysicarpus vaginalis. Essas espécies têm boa adaptação e aparência discreta, o que ajuda na revegetação dos taludes (encostas das barragens). O problema é que ainda há pouca oferta de sementes dessas plantas no mercado.

Os pesquisadores também descobriram que o milheto, planta comum na agricultura, pode atrapalhar o crescimento de outras espécies em áreas mineradas. Por isso, será preciso ajustar o método de plantio.

Mesmo com os desafios, os resultados são animadores. “A mineração transforma o território, mas a forma como restauramos essas áreas também pode ser transformadora”, diz Andrade.

A expectativa é que o modelo criado em Paracatu sirva de exemplo para outras regiões do país, mostrando como a ciência e a tecnologia podem ajudar a tornar a mineração cada vez mais sustentável.

Fonte: Embrapa Cerrados / Kinross

Depois da mineração, minas podem virar parques e espaços de lazer

Você já imaginou que um lugar onde houve mineração pode, no futuro, se transformar em parque com áreas verdes para a comunidade ou espaço para esportes? Isso acontece porque toda empresa mineradora precisa ter um plano de fechamento de mina, um documento que explica o que será feito na área quando a produção mineral terminar. Esse tipo de planejamento já é aplicado há muitos anos em Minas Gerais e em outros estados do país.

Há muitos exemplos positivos de recuperação de locais minerados, em que o espaço da antiga mina foi transformado em parques, lagos ou áreas de lazer abertas à comunidade. Essas ações mostram que é possível unir a mineração com o cuidado ambiental e com o bom uso do espaço pelas pessoas.

Como isso funciona?

Antes mesmo de iniciar a mineração, a empresa precisa apresentar um plano de fechamento de mina, como parte do processo de licenciamento ambiental. Esse documento descreve as medidas que serão adotadas para garantir a recuperação da área após o fim da produção mineral. Entre essas ações está a recomposição ambiental, que busca restabelecer, tanto quanto possível, as condições originais do local,  incluindo o tipo de vegetação existente antes do início da atividade. 

Alguns exemplos curiosos

Em Minas Gerais, há exemplos conhecidos de áreas recuperadas depois da mineração. O Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte, ocupa um espaço onde antes havia extração de minérios. O Inhotim, famoso museu e parque cultural em Brumadinho, também foi criado em uma área que já teve atividade mineral.

Atualmente, várias minas no estado estão passando por esse mesmo processo de recuperação e ganhando novos usos, como espaços de lazer, turismo e até agricultura sustentável.

Por que isso importa para você?

Quando antigas minas são recuperadas e transformadas em parques ou espaços para a comunidade, muita gente se beneficia:

  • Mais espaços verdes e de lazer para a população;
  • Mais preservação da natureza e proteção a animais;
  • Mais oportunidades de turismo, esporte e cultura.

Em resumo, a mineração não se encerra quando a produção mineral chega ao fim. O trabalho continua com ações de recuperação e reabilitação das áreas utilizadas, que podem ser destinadas a novos usos, de acordo com o planejamento ambiental e o interesse da comunidade local.

Fonte: Rádio Itatiaia

Foto: Arquivo Vale

Como a mineração ajuda a produzir nossa comida e enfrentar a seca

A mineração, quando feita do jeito certo, seguindo as leis e cuidando da natureza, está se tornando uma grande parceira dos agricultores. Um exemplo muito importante é o calcário.

Para que serve o calcário?

O calcário é uma pedra moída que os agricultores espalham na terra. Ele serve para corrigir a acidez do solo (um processo chamado ‘calagem’).

O que é ‘acidez do solo’? É quando a terra é muito ‘azeda’. Nesse tipo de terra, as plantas não conseguem criar raízes fortes nem absorver a água e a comida de que precisam para crescer.

Com o pó de calcário, a terra fica mais equilibrada. As raízes das plantas conseguem crescer fortes e profundas, buscando água e nutrientes. O resultado é que a plantação fica mais saudável e produz muito mais alimentos.

Os resultados são incríveis!

Pesquisas da Universidade Federal de Lavras mostraram que usar calcário de um jeito mais profundo (não só na superfície, mas enterrado até 40 centímetros) pode fazer a plantação de milho crescer 50% a mais.

Um projeto recente no Rio Grande do Sul, chamado ‘Operação 365’, mostrou que essa técnica resolve dois problemas sérios da região:

  1. Solo duro: A terra fica tão dura que a água da chuva escorre e não entra no chão.
  2. Alumínio tóxico: É uma substância que é útil para muitas coisas, mas no solo prejudica as raízes das plantas, impedindo que elas cresçam.

Mais de 60% das terras no estado do RS têm dificuldade de absorver água. Isso significa que quando chove, a água vai embora rápido, causando enxurradas e erosão (que é quando a terra é carregada pela água). Na seca, as plantações sofrem, mesmo que haja água guardada debaixo da terra.

Aplicar calcário nas camadas mais profundas ‘quebra’ a terra dura e elimina o alumínio tóxico. Assim, as raízes das plantas conseguem chegar até a água guardada no fundo. Isso deixa as plantações mais resistentes à seca.

Segundo a Embrapa (empresa que faz pesquisas sobre agricultura), para cada 1 real investido nessa técnica, o agricultor pode ganhar mais do que o dobro de volta na colheita.

Os benefícios são para todos

Os especialistas alertam que os problemas da terra não afetam só o agricultor, mas toda a sociedade. Solos ruins causam enchentes, entupimento dos rios com terra e falta de água. A solução já existe, mas é preciso que agricultores, cooperativas, empresas e governo trabalhem juntos para colocá-la em prática.

Outras formas de como a mineração ajuda a agricultura

Além do calcário, a mineração oferece outras ajudas:

Pó de Rocha (Rochagem): Outras pedras são moídas até virarem um pó. Esse pó devolve minerais importantes para a terra, ajuda a equilibrar a acidez, melhora a capacidade de guardar água e solta alimentos para as plantas devagar, como potássio, cálcio e magnésio.

Reaproveitamento: Algumas mineradoras, como a Lundin Mining em Goiás, aprenderam a transformar a sobra da mineração de cobre e ouro em um pó que serve como adubo para as plantas. Esse material foi testado e aprovado pelo Ministério da Agricultura. Na soja e no sorgo, o resultado foi até melhor do que com produtos tradicionais.

Ração Animal: Minerais como cálcio, fósforo, cobre e zinco são usados na fabricação de ração para animais como bois, porcos e galinhas. Isso deixa a comida deles mais nutritiva e os deixa mais saudáveis.

Trabalhando juntos

O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), em seu “Livro Verde”, demonstra na prática a importância da união entre mineração e agro como caminho para:

  • Produzir mais comida;
  • Melhorar a qualidade da terra;
  • Garantir que haja comida para todos;
  • Dar mais proteção contra secas e enchentes.

Ou seja, quando a mineração é feita com responsabilidade, todo mundo ganha: o campo e a cidade. É mais comida na mesa, menos desperdício e um futuro mais seguro para o Brasil.

Fontes pesquisadas: 

Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM);

sindirochas.com;

Minera Brasil;

FCAV UNESP;
UOL;

bra.icl-group.com;

Canal Rural.

Calendário traz 20 eventos pré-COP30 para você acompanhar e participar

IBRAM divulga calendário extraoficial com encontros, oficiais e não oficiais, que serão realizados de setembro a novembro em várias capitais brasileiras, com programação alinhada à pauta da COP30. Um dos destaques é a 3ª edição da Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias.

O mundo está em contagem regressiva para o início da 30ª Conferência da ONU sobre Mudança do Clima (COP30), de 10 a 21 de novembro, em Belém (PA). Até lá, assuntos da pauta da conferência estão sendo antecipadamente discutidos, em uma agenda intensa de eventos nas capitais brasileiras. Ali se discutem temas relacionados ao presente e ao futuro da humanidade, como mudanças climáticas e proteção da Amazônia, minerais críticos e transição energética, desmatamento e preservação ambiental, entre outros.

Para engajar o público nessa agenda pré-COP30, foi elaborado um calendário com 20 eventos selecionados, entre oficiais da COP30 e não oficiais, que são aqueles organizados por empresas e instituições diversas. O critério para a seleção dos eventos não oficiais foi, basicamente, o alinhamento da programação à conferência do clima.

Brasilia sediara dois eventos oficiais pre-COP30 em outubro. Crédito da foto: Bento Viana. Governo do Distrito Federal

Veja alguns dos eventos listados no calendário pré-COP30

Um exemplo de evento não oficial, porém alinhado à pauta da COP30 e incluído no calendário, é a 3ª edição da Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias, organizada pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), em Salvador (BA), nos dias 30 e 31/10. O propósito é  conectar mineração responsável, bioeconomia e financiamento climático. A condução dessa conferência será do ex-ministro e diretor-presidente do IBRAM, Raul Jungmann, com participação de várias personalidades, como a ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, Copresidente IRP-UNEP e Membro do Conselho Econômico e Social da ONU; Conselheira Emérita do CEBRI, Copresidente do IRP-ONU.

Segundo Raul Jungmann, “nas duas últimas edições, ambas em Belém, promovemos um amplo debate sobre as grandes questões envolvidas com a temática do clima e como ele nos afeta e ameaça a qualidade de vida das futuras gerações. Ou seja, a situação nos impele a agir pelo planeta e pelas pessoas, e na terceira edição vamos selar este nosso compromisso com a vida”.

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Já entre os eventos oficiais, dois serão realizados em Brasília, em outubro: a reunião Pré-COP30 oficial, nos dias 13 e 14/10, como a proposta de buscar consensos entre ministros do clima e negociadores que irão participar das discussões na COP30; o outro será a reunião em 13/10 intitulada 3x Renewables Pre-COP30”, seguida de recepção (para convidados), organizada pela Global Renewables Alliance (GRA), que vai reunir lideranças globais do segmento de energia renovável.

O calendário a seguir está organizado de forma cronológica e apresenta, de maneira objetiva, uma breve descrição de cada encontro, seu local e os respectivos links para acessar mais informações. Os dados foram levantados em fontes públicas na internet; eventuais dúvidas ou atualizações devem ser confirmadas com os organizadores. O calendário foi produzido ao IBRAM, a partir de curadoria da agência Profissionais do Texto, integrante da Rede Brasileira de Gestão de Imagem (RBGI).

CALENDÁRIO DE EVENTOS OFICIAIS DA COP30

  • Pré-COP (Brasília/DF, 13 e 14/10) – Reúne ministros e negociadores para buscar consensos e destravar temas-chave (mitigação, adaptação, financiamento) um mês antes da COP30; organizada pela presidência brasileira da COP30. Mais informações.
  • 3X Renewables Pre-COP30 (Brasília/DF, 13/10) organizado pela Global Renewables Alliance (GRA), com participação de líderes globais do setor de energia renovável. Mais informações sobre a GRA.
  • Fórum de Líderes Locais da COP30 (Rio de Janeiro/RJ, 3 a 5/11) – Encontro oficial, com apoio da Bloomberg Philanthropies e C40, para tratar da ação climática subnacional com prefeitos e governadores. Mais informações.
  • Cúpula de Líderes (Belém/PA, 6 a 7/11) – Segmento de alto nível da COP, dedicado a chefes de Estado e de Governo, onde são anunciados compromissos políticos centrais. Mais informações.

 

CALENDÁRIO DE EVENTOS NÃO OFICIAIS

  • 04 a 06/09 – Amazontech 2025 – Organização: UFRR & parceiros | Boa Vista/RR | Fórum de inovação e bioeconomia que integra Caribe e Amazônia Legal para soluções sustentáveis regionais. Mais informações.
  • 11 e 12/09 – 3º Congresso Brasileiro de Direito e Sustentabilidade – Organização: IbradeS, ACB, LIDE BA | Salvador/BA | Enfoque jurídico-político em governança climática. Mais informações.
  • 17 a 21/09 – Virada Sustentável SP (15ª edição) – Organização: Instituto Virada Sustentável & Prefeitura | São Paulo/SP | Festival urbano com debates, arte e educação ambiental conectando os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e agenda climática. Mais informações.
  • 22/09 – Lançamento: Estudo “Trajetórias de Descarbonização para o Brasil” – Organização: Instituto Escolhas | São Paulo/SP (com transmissão online) | Apresentação de pesquisa com caminhos e investimentos necessários para o Brasil alcançar a neutralidade climática, contribuindo com dados técnicos para as discussões da COP30. Mais informações.
  • 22 a 26/09 – Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) – 21ª Edição – Organização: Fundação Grupo Boticário | Florianópolis/SC | Fórum com foco no papel das áreas protegidas para as metas climáticas e financiamento da conservação. Mais informações
  • 23 a 25/09 – Semana Internacional de Energias Renováveis, Sustentabilidade e Meio Ambiente – Organização: FRG & parceiros | Belém/PA | Debates estratégicos sobre energia limpa. Mais informações.
  • 24 a 25/09 – Fórum Amazônia Sustentável – Organização: FRG Mídias & Eventos | Belém/PA | Diálogo multissetorial sobre desenvolvimento sustentável na Amazônia. Mais informações.
  • 01/10 – Estratégias Empresariais para a Amazônia e o Clima – Organização: CEBDS | São Paulo/SP | Reunião de grandes empresas para discutir compromissos do setor privado com a economia de baixo carbono e a valorização da floresta. Mais informações.
  • 07 e 08/10 – South Summit Brazil Amazônia – Climate & Bioeconomy – Organização: South Summit | Belém/PA | Edição focada em startups e investimento climático. Mais informações 
  • 07 e 08/10 – Fórum Varanda da Amazônia (III) – Organização: Varanda da Amazônia | Belém/PA | Encontros sobre cultura, território e sustentabilidade na rota da COP30. Mais informações.
  • 14 a 17/10 – XI Encontro Nacional de Química Ambiental (ENQAmb) – Organização: SBQ/UFAM/UEA/INPA | Manaus/AM | Pesquisa e tecnologia em química ambiental aplicadas a desafios climáticos amazônicos. Mais informações.
  • 15 a 17/10 – Fórum Brasil África: Cooperação para Descarbonização e Energia – Organização: Instituto Brasil África (IBRAF) | Rio de Janeiro/RJ | Discussão sobre cooperação Sul-Sul em transição energética, financiamento climático e bioeconomia, conectando líderes brasileiros e africanos para a COP30. Mais informações.
  • 28 a 30/10 – Fórum de Investimentos de Impacto e Negócios Sustentáveis da Amazônia – Organização: Concertação para a Amazônia | Belém/PA | Encontro que reúne investidores, empreendedores e lideranças para fomentar negócios e financiamentos que valorizem a floresta em pé, diretamente alinhado à agenda de bioeconomia da COP30. Mais informações.
  • 28 a 30/10 – Simpósio de Pesquisa e Inovação em Mudanças Climáticas – Organização: FAPESP | São Paulo/SP | Evento científico para apresentar resultados de pesquisas sobre mitigação e adaptação, fornecendo evidências para os debates da COP30. Mais informações.
  • 30 e 31/10 – Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias (3ª edição) – Organização: IBRAM | Salvador/BA | Mineração responsável, bioeconomia e financiamento climático na rota da COP30. Mais informações. Inscrições.
  • 04/11 – Diálogos Talanoa Brasil 2025 – Organização: Instituto Talanoa | Rio de Janeiro/RJ (com transmissão online) | Sessão de diálogo multissetorial para avaliar a ambição da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) brasileira e produzir uma contribuição para a conferência de Belém. Mais informações.

ESG e Agenda da Mineração do Brasil

Em 2019, o IBRAM (Instituto Brasileiro de Mineração) lançou a “Carta Compromisso do Setor Mineral”. O documento é uma declaração pública dos propósitos voluntários para a indústria minerária. Foram definidos 12 temas e grupos de trabalho visando discutir e garantir o desenvolvimento da “mineração do futuro”.

Com os temas segurança operacional; barragens e estruturas de disposição de rejeitos; saúde e segurança ocupacional; mitigação de impactos ambientais; desenvolvimento local e futuro dos territórios; relacionamento com comunidades; comunicação & reputação; diversidade & inclusão; inovação; água; energia; e gestão de resíduos, a Carta transformou-se no “ESG da Mineração”.

Muito se fala em ESG e “a mineração do futuro”, mas você sabe o que significa essa sigla? E qual sua relação e importância para a indústria mineral? Veja este conteúdo que preparamos para você:

O que é ESG?

Em inglês, a sigla ESG significa “environmental, social and governance”. Em português, corresponde a ambiental, social e governança. O termo surgiu em 2004, no relatório conhecido como “Who cares wins” (Quem se importa ganha), feito pelo Pacto Global em parceria com o Banco Mundial. 

No Brasil, o tema começou a ser mais discutido em 2020, com o avanço da pandemia de Covid-19. Empresas de diversos segmentos foram motivadas a repensar o impacto que causam no meio-ambiente e na sociedade. De modo geral, as organizações devem se preocupar em minimizar os impactos negativos e potencializar os positivos causados por suas atividades.

Mão de pele branca, um globo terrestre flutuando sobre a mão com os símbolos.

Sendo assim, como se aplica o ESG, na prática? 

  • Ambiental: o pilar ambiental está voltado para as práticas que buscam o desenvolvimento sustentável. As empresas devem prezar por ações que, dentre outros impactos, diminuam o desmatamento, as queimadas e a extinção da biodiversidade. A Anglo American, associada do IBRAM, por exemplo, definiu o Plano de Mineração Sustentável. Nesse documento, foram estabelecidas metas a serem alcançadas a partir de ações, como criação de minas sem uso de água, compensação das emissões de carbono, entre outras. 
  • Social: por meio das práticas sociais, as empresas demonstram preocupação com questões relacionadas à saúde, segurança, diversidade e inclusão. É um pilar voltado para as pessoas, não só as que fazem parte da organização, mas também à sociedade como um todo. Atualmente as empresas desenvolvem programas voltados para o diálogo com a comunidade e para o impulsionamento de seus colaboradores. Um exemplo disso é o programa ArcelorMittal Tubarão, desenvolvido na frente de investimento social e assistência à saúde dos empregados. 
  • Governança: neste pilar as ações internas de administração da empresa refletem em ações externas. A governança corporativa está relacionada à adoção de mecanismos de liderança, implementação de programas de compliance, organização da gestão interna, entre outros. Nesse eixo, o papel da liderança é essencial para a transformação dos negócios. A governança corporativa envolve o relacionamento entre diversos stakeholders, como acionistas, conselho de administração, diretoria e governo.

Agenda ESG da Mineração do Brasil

A Agenda ESG da Mineração do Brasil é um compromisso com a sociedade e uma das respostas às tragédias com barragens que aconteceram na última década.

Esse documento baseia-se nas seguintes indagações: qual é o futuro da mineração? E qual é a mineração do futuro? Para responder a esses questionamentos, o IBRAM estabeleceu diversos propósitos voluntários para a indústria minerária em busca da mudança e evolução do setor.

Os compromissos assumidos estão alinhados com os propósitos do ESG relacionados a 12 áreas: Segurança operacional; Barragens e estruturas de disposição de rejeitos; saúde e segurança ocupacional; mitigação de impactos ambientais; desenvolvimento local e futuro dos territórios; relacionamento com comunidades; comunicação & reputação; diversidade & inclusão; Inovação; Água; Energia; e Gestão de resíduos. 

Clique aqui e conheça as ações de cada Grupo de Trabalho.

Há, por exemplo, ações voltadas para a mitigação de impactos ambientais e o desenvolvimento de uma mineração mais sustentável, com projetos para otimizar e atualizar a gestão de barragens e estruturas de disposição de rejeitos observando os melhores padrões mundiais.

No aspecto social, o IBRAM expressa o seu comprometimento com a saúde e a segurança de seus trabalhadores e os de terceiros, como fornecedores. Também se preocupa em promover e ampliar o diálogo com as comunidades e o setor minerário, considerando os interesses da população nas tomadas de decisão.

Em termos de governança, iniciativas para promover diversidade e inclusão emergem como um pilar fundamental na gestão das empresas mineradoras. Além da busca pela igualdade de gênero, há ações importantes a serem tomadas para a inclusão de pessoas de diferentes etnias, pessoas LGBTQI+, PCDs e povos tradicionais, por exemplo. Nesse sentido, o GT 8 da Agenda ESG da Mineração do Brasil é voltado para discussões sobre diversidade e inclusão.

Uma das ações do GT Diversidade e Inclusão é a DIVERSIBRAM – Diversidade e Inclusão da Mineração do Brasil. O evento foi realizado dia 19 de março de 2024 com debates dedicados a reflexões sobre temas relacionados à igualdade de gênero, mulheres na mineração, liderança inclusiva, entre outros.

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Compliance: saiba mais sobre o termo e como implementá-lo

O termo compliance está em alta nos últimos anos. Ele vem acompanhado de práticas de ESG (environmental, social and governance), de DE&I (diversidade, equidade e inclusão) e proteção de dados. Por isso, o compliance deve ser analisado com cautela e, sobretudo, aplicado no dia a dia empresarial. 

O setor mineral vem passando por grandes transformações nos últimos anos e o compliance é utilizado como ferramenta pela indústria. Para entender sobre o termo na Mineração é necessário entender o seu conceito e como aplicá-lo nas empresas.

Conceito

Compliance tem origem no verbo em inglês “to comply”. Significa “cumprir, obedecer”. Trazendo para a aplicação prática, o termo é entendido como estar em conformidade com leis, normas, regulamentos e controles internos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), essa prática representa “um sistema formado por princípios, regras, estruturas e processos pelo qual as organizações são dirigidas e monitoradas, com vistas à geração de valor sustentável para a organização, para seus sócios e para a sociedade em geral”.

Neste cenário, o compliance surgiu como uma ferramenta para auxiliar organizações públicas e privadas a se adequarem às novas demandas da sociedade. E também a melhorarem a gestão interna, aplicando boas práticas de governança. É um pilar de governança corporativa. Ele atua como um conjunto de medidas e procedimentos com o objetivo de detectar e remediar a ocorrência de fraudes, irregularidades e corrupção. Além disso, é responsável por estabelecer a cultura de ética, transparência e integridade nas organizações.

Compliance: saiba mais sobre o termo e como aplicá-lo
Compliance é utilizado como ferramenta no setor mineral. Crédito: Divulgação.

O compliance e a legislação brasileira

No Brasil, não há uma lei específica sobre compliance. Porém, há leis esparsas que tratam sobre ele e reforçam sua importância. A mais conhecida delas é a Lei 12.846 de 1º de agosto de 2013, conhecida como Lei Anticorrupção, criada para fortalecer o combate à corrupção em território nacional e é aplicada somente a pessoas jurídicas. Ela tem o objetivo de responsabilizar civil, penal e administrativamente empresas que agem contra a Administração Pública.

Tendo em vista esse objetivo, qual a relação da lei com o compliance? Por meio do Decreto nº 11.129 de 11 de julho de 2022, que regulamenta a Lei Anticorrupção, as empresas que negociam com a Administração Pública são incentivadas a implementar e/ou aperfeiçoar programas de compliance

Além da Lei 12.849/2013, recentemente o compliance também é tratado na Nova Lei de Licitações e Contratos, a Lei 14.133 de 1º de abril de 2021. Essa legislação também incentiva empresas privadas a implementarem programas de integridade. A fim de estarem aptas a participar de processos licitatórios, as empresas precisam comprovar a existência desse programa. A lei prevê, inclusive, a obrigatoriedade de implantação de programa de integridade pelo licitante vencedor nas contratações. 

Como implementar o compliance

A legislação brasileira incentiva a adoção de programa de integridade/compliance. Entretanto, esse programa deve ser visto como sistema de gestão, importante para a eficácia de boas práticas de governança.

O Decreto nº 11.129 de 11 de julho de 2022 estabelece que o programa de integridade deve ser estruturado, aplicado e atualizado de acordo com as características e os riscos atuais das atividades de cada pessoa jurídica. As empresas, por sua vez, devem garantir o constante aprimoramento e a adaptação do referido programa, visando garantir sua efetividade.

Por meio desse trecho, podemos perceber alguns princípios e ações que devem ser observados na implementação do programa de compliance:

  1. Análise dos riscos das atividades da organização: verificar quais as ameaças e pontos críticos podem comprometer os negócios de uma empresa;
  2. “Constante aprimoramento”: a empresa deve desenvolver treinamentos contínuos sobre compliance, ética, entre outros temas relacionados. Os treinamentos devem abranger todos os envolvidos nas atividades empresariais, desde a Alta Direção, passando por colaboradores e, até mesmo, fornecedores;
  3. Setor responsável pelas ações do compliance: muitas vezes, as ações se concentram no departamento jurídico. Porém, é importante ter uma área específica para que os esforços fiquem concentrados. Juntamente com os demais setores, será responsável pela elaboração dos documentos balizadores do compliance. O código de conduta e código de ética são documentos fundamentais no desenvolvimento do programa;
  4. Implementação de canal de denúncias e comunicação independente: esse meio é necessário para que funcionários sintam-se à vontade para fazer reclamações, sugestões e, principalmente, denúncias de fraudes e irregularidades;
  5. Comprometimento da Alta Direção: sem a participação ativa do CEO, diretores, conselheiros e sócios majoritários, dificilmente o programa de compliance irá prosperar. O comprometimento deve ser externalizado pela alta liderança, a fim de motivar os colaboradores.

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Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias

Evento em Belém vai debater o desenvolvimento socioeconômico da região

Representantes dos povos da floresta, da sociedade civil, academia, setores públicos e privados se reunirão na capital paraense, Belém, para tratar de questões que envolvem meio ambiente, economia e desenvolvimento sustentável na Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias, entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro de 2023.

Encontrar o equilíbrio entre desenvolvimento socioeconômico da região e sustentabilidade não é uma tarefa simples, mas existem práticas econômicas que unem essas duas questões e que precisam ser difundidas e potencializadas. Proteger a Amazônia não é um obstáculo para o desenvolvimento.

Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias

Palestrantes internacionais
O presidente da Colômbia (2018-2022), Iván Duque, será o palestrante de destaque do terceiro e último dia da Conferência. Com o discurso de que proteger a floresta é um dever moral dos países que a abrigam, seu governo priorizou iniciativas como o desenvolvimento de cadeias produtivas sustentáveis e o impulsionamento do ecoturismo na região.

Além do presidente colombiano, também estão confirmadas as presenças de lideranças globais como o 8º Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, que vai fazer a palestra magna no primeiro dia do evento. Estarão presentes, ainda, o presidente do ICMM, Rohitesh Dhawan; o embaixador da UNESCO para a Sustentabilidade, Oskar Metsavaht; Neidinha Suruí, ativista na Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé, entre outros.

Diversidade temática
Os participantes vão debater temas como: novas economias, bioeconomia, economia circular, minerais estratégicos, mercado de carbono, economia solidária, ESG, combate aos crimes ambientais. O foco será encontrar soluções para a manutenção da floresta viva e colaborar com a construção de uma agenda verde para a transição econômica.

Sobre a Conferência
Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias é promovida pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), organização sem fins lucrativos que reúne mais de 130 empresas e instituições que atuam no setor mineral e assumiram o compromisso de proteger a Amazônia.

A participação é gratuita, as vagas são limitadas e qualquer pessoa pode se candidatar. A pré-inscrição deve ser feita no site oficial, onde também estão disponíveis mais informações como programação, palestrantes e local da Conferência.

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Fórum de Líderes da ABM Week tratará de transformações da indústria siderúrgica e da mineração para um mundo sustentável

Ao longo do debate, executivos de algumas das mais importantes empresas siderúrgicas e mineradoras do Brasil apresentarão suas visões, planos e estratégias de redução de emissão de gás carbônico na cadeia de valor

Como forma de responder à crescente demanda da sociedade por sustentabilidade, em especial após o choque causado pela publicação do Relatório Global de Desenvolvimento Sustentável 2022, que revela que crises em cascata estão colocando a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável em grave perigo, a Indústria de Base do Brasil, com destaque aos setores de siderurgia e mineração, tem buscado criar e implantar medidas capazes de reduzir sua pegada de carbono e minimizar impactos ambientais.

Para isso, o setor tem contado com o apoio de instituições governamentais — que  criou projetos como o Plano Nacional de Mineração 2050 e o Projeto Siderurgia Sustentável — e de associações sem fins lucrativos que unem o conhecimento técnico-científico da Academia ao know-how do mundo corporativo, como é o caso da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), que reunirá em seu principal evento de 2023, a 7ª edição da ABM Week, centenas de executivos, especialistas, docentes, pesquisadores e estudantes para debater sobre o tema: “Grandes transformações da indústria siderúrgica e mineração para um mundo sustentável”.

O debate será realizado ao longo de um Fórum de Líderes e tratará das transformações industriais realizadas em busca de atribuir maior sustentabilidade aos processos de extração e produção, visando atender aos acordos e regulamentações associados às mudanças climáticas. No Fórum, questões como redução da pegada de carbono, transição energética, processos, tecnologias e produtos com inovações disruptivas, serão discutidas pelos principais executivos de algumas das mais importantes empresas siderúrgicas e de mineração presentes no Brasil, que apresentarão suas visões, estratégias e planos aos participantes.

Vânia Lucia de Lima Andrade, consultora independente requisitada por dezenas de empresas brasileiras quando o assunto é práticas ESG, e Coordenadora do Fórum de Líderes da ABM Week, destaca que o evento é uma oportunidade única aberta pela Associação para que os participantes e os líderes empresariais possam estabelecer diálogo sobre sustentabilidade, um tema muito relevante para as indústrias representadas. “A escolha do tema foi feita junto ao presidente do Conselho de Administração da ABM, Sergio Leite de Andrade, que também é Coordenador Geral da ABM Week e presidente do Conselho de Administração da Usiminas. Percebemos como esse assunto é essencial e o quanto as siderúrgicas em nível mundial estão envolvidas com o processo de descarbonização, ou seja, esse é um caminho sem volta. As produtoras de materiais para as siderúrgicas, as mineradoras, também estão se transformando para atender as demandas da sociedade, o que é muito impactante hoje em dia”, explica Vânia Lucia de Lima Andrade.

O Fórum de Líderes da ABM Week contará com a moderação do Professor Dr. Antônio Cézar Faria Vilela da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e dos executivos já confirmados: Ricardo Fonseca de Mendonca Lima, CEO da CBMM; Alberto Ono, CEO da Usiminas; Jorge Luiz Ribeiro de Oliveira, Vice-presidente da ArcelorMittal e ex-presidente do Conselho de Administração da ABM; e Marcelo Chara, CEO Presidente Executivo da Ternium Brasil e vice-presidente do Conselho de Administração da ABM, além de um executivo da Vale.

Sobre a dinâmica do Fórum, a coordenadora Vânia Lucia de Lima Andrade ressalta que os executivos poderão falar sobre como suas empresas estão se preparando para o momento de descarbonização e de atender a demanda por energia limpa. “Além disso, o moderador do debate, professor Antônio Cezar Faria Vilela, será responsável por realizar uma contextualização do tema para todos e trazer o plano de fundo do debate que será uma das principais atrações da programação da ABM Week. Com base nas falas dos executivos e do moderador, os participantes do evento também poderão expressar suas dúvidas e integrar o debate que sabemos que será muito rico”, complementa a coordenadora. O Fórum de Líderes, atividade integrante da ABM Week, será aberto a todos os participantes da Semana, e acontecerá no Auditorium USIMINAS, anfitriã do evento, a partir das 16h30 do dia 01 de agosto.

 

Mais sobre a 7ª edição da ABM Week

 

Em sua 7ª edição, a ABM Week traz como destaque a discussão sobre a sustentabilidade na indústria. Considerado um dos principais encontros técnico-científicos e empresariais da América Latina, a ABM Week é realizada pela Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), e acontecerá entre os dias 1 e 3 de agosto na cidade de São Paulo – SP, no Pro Magno Centro de Eventos.

Além das sessões técnicas dos 11 eventos que compõem a semana, realizados de maneira simultânea, importantes temas serão debatidos, dentre eles os relacionados à sustentabilidade, como economia circular, transição energética, descarbonização da siderurgia e redução das emissões de CO2, com a participação de lideranças empresariais, especialistas e pesquisadores renomados.

A ABM WEEK 7ª edição tem a Usiminas como anfitriã e conta com o patrocínio das seguintes empresas: ArcelorMittal, Gerdau, Braincube, Calderys, Carboox, CBMM, DME Engenharia, IBAR, Primetals, PSI, RHI Magnesita, Shinagawa, SMS Group / Paul Wurth / Vetta, Ternium, Vale, Vesuvius, White Martins, Aperam, Clariant, DANIELI, Dassault Systemes, Phoenix, Polytec, Reframax, Russula, Tenova, Weir, Yellow Solutions, AçoKorte, Alkegen,  Atomat, BRC Global Rolls, Cisdi, D&M, Derrick, Enacom, Engineering, ESW, Evonik, Fosbel, Gecal, IMS, Köppern, Küttner, Magna, Nalco Water, Rip, Spraying Systems, Suncoke Energy, Tecnosulfur, Timken, Vamtec Group, Veolia, Belge e Delp.

 

Serviço:
Fórum de líderes – Grandes transformações da indústria siderúrgica e mineração para um mundo sustentável

Data: 01/08/2022

Horário: 16:30 – 18:30

Local:  Auditorium USIMINAS no Pro Magno Centro de Eventos localizado Avenida Professora Ida Kolb, 513 – Jardim das Laranjeiras, São Paulo – SP

Inscrições: www.abmbrasil.com.br/por/evento/abm-week-7-edicao/inscricoes-2