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Maior rubi de todos os tempos é leiloado nos Estados Unidos 

Pedra encontrada em Moçambique foi vendida por US$34,8 milhões 

Um rubi de 55,22 quilates se tornou a maior e mais valiosa joia desse tipo já vendida em leilão, realizado na última quinta-feira, 8, arrecadando US$ 34,8 milhões. A pedra foi a leilão em Nova York, menos de um ano depois que a empresa canadense Fura Gems a descobriu em uma de suas minas em Moçambique. O recorde anterior do leilão de um rubi foi estabelecido pelo Sunrise Ruby, uma pedra de 25,59 quilates encontrada em Mianmar, que arrecadou US$ 30,3 milhões em Genebra, na Suíça, em 2015.

Maior rubi de todos os tempos é leiloado nos Estados Unidos 
Maior rubi de todos os tempos. Crédito: Divulgação

O rubi é uma variedade do mineral chamado coríndon. Chama-se de rubi o coríndon de qualidade gemológica com cor vermelha. Quando tem qualidade inferior, é usado em relógios e outros aparelhos de precisão, bem como na produção de raios laser e maser

A pedra encontrada pela empresa canadense, chamada de Estrela de Fura — ou Estrela da Fura, em português, língua oficial de Moçambique, é descrita como “extremamente rara” e “o mais valioso e importante” rubi que já chegou ao mercado. Ela foi cortada de uma pedra bruta que ganhou as manchetes quando foi desenterrada por mineradores em julho passado. Originalmente pesando 101 quilates, quase o dobro de sua forma atual, foi o maior rubi com qualidade de gema já descoberto.

A enorme pedra foi cortada em uma forma simétrica menor e polida, processos que removem as impurezas e realçam a cor e o brilho de uma pedra preciosa antes de ela ser colocada no mercado. De acordo com a Sotheby’s, um relatório do Swiss Gemmological Institute disse que isso “resultou em tons vermelhos vívidos devido a múltiplas reflexões internas”.

Em um comunicado, o fundador e CEO da Fura Gems, Dev Shetty, disse que pedras desse tamanho e qualidade são “quase inéditas”. “Desde a análise e estudo aprofundado da pedra — passando pelo processo de lapidação e polimento — trabalhamos com o maior cuidado e respeito pelo rubi, reconhecendo sua importância e estatura”, acrescentou. Esta imagem mostra o maior rubi com qualidade de gema do mundo já descoberto em setembro de 2022.

Embora os rubis tenham sido descobertos em Moçambique há várias décadas, uma indústria significativa só surgiu lá depois de 2009, quando um enorme depósito de pedras foi encontrado perto da cidade do norte de Montepuez. Moçambique é agora um dos países de mineração de rubi mais produtivos do mundo.

*Fonte: CNN Brasil

Robôs inteligentes é nova aposta no mercado de entregas

Muitas vezes não percebemos, mas a mineração está presente no nosso dia a dia: na produção de alimentos, roupas, acessórios, carros, computadores, celulares, construção de casas. Quase tudo depende da mineração. Mas, você já pensou em pedir uma comida e ao invés do tradicional motoboy, você ser atendido por um robô? 

Este é o projeto do Uber Eats, serviço de entregas da empresa Uber. A empresa planeja construir a sua própria frota de robôs inteligentes para entregas. Fabricado pela Cartken, o modelo possui seis rodas e sensores de câmeras a bordo. Cada robô pode carregar cerca de 11 kg. A meta é que no futuro eles cuidem de tudo sozinhos, dispensando o trabalho dos motoristas para fazer as entregas. 

Robôs inteligentes é nova aposta no mercado de entregas
Modelo foi testado nas ruas de Miami. Crédito: divulgação Uber

Inicialmente, a novidade será testada em Dadeland, um distrito de Miami, na Flórida (EUA). A expectativa é levar para outras cidades no decorrer de 2023. “Miami é um mercado próspero do Uber Eats. Estamos entusiasmados em trazer a seus residentes um pouco mais da ‘magia’ da entrega com robôs”, disse Noah Zych, chefe global de entregas da Uber em um comunicado à imprensa. 

No Brasil, o serviço Uber Eats foi extinto. No entanto, empresas instaladas no país também investem na implantação da tecnologia. A Uber não é a primeira a acreditar na implantação da tecnologia para dar um up nas entregas. As varejistas Walmart e Amazon pretendem seguir este caminho. A Amazon já passou por uma fase de testes com o robô Scout, porém, o projeto, que era somente experimental, foi pausado para um atualização e melhorias. 

*Com informações de Click Petróleo e Gás e Olhar Digital

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Sim, tudo tem mineração!

Cientistas chineses descobrem novo mineral na Lua 

Aprendemos na fase escolar que a Lua é  formada por núcleo, crosta e manto. O núcleo é sólido e rico em ferro. O manto, que é a camada intermediária entre o núcleo e a crosta, é formado basicamente por magnésio, ferro, silício e oxigênio. Já na crosta lunar encontramos oxigênio, silício, magnésio, ferro, cálcio, alumínio e pequenas quantidades de titânio, urânio, tório, potássio e hidrogênio.

Entretanto, será que é possível encontrar outros minerais na Lua? Cientistas do Instituto de Pesquisa de Geologia em Urânio (BRIUG), de Pequim, capital da China, encontraram um novo mineral chamado Changesite-(Y). É o primeiro descoberto no satélite natural da Terra pelos chineses e o sexto pela humanidade, segundo a instituição China Atomic Energy Authority (CAEA). Antes, Estados Unidos e Rússia já alcançaram esse feito em momentos distintos.

De acordo com a mídia estatal chinesa, o mineral é um fosfato em cristal colunar encontrado em partículas de basalto lunar. A missão Chang’e (nome em homenagem a deusa da Lua na cultura da China) começou em 2007, quando houve o lançamento de uma primeira sonda com foco em estudar a Lua,  e foi responsável por um dos maiores investimentos do programa espacial chinês, conseguindo feitos extraordinários como o primeiro pouso bem-sucedido de uma sonda no lado oculto da Lua, em janeiro de 2019. 

A amostra do novo mineral foi coletada na missão Chang’e-5, em 2020, que pousou na superfície lunar e recuperou amostras da Lua pesando cerca de 1731 gramas – as primeiras amostras lunares coletadas em mais de 40 anos. Ele foi reconhecido e aprovado pela Comissão de Classificação e Nomenclatura de Novos Minerais, subsidiária da Associação Mineralógica Internacional. 

O material chegou à Terra em dezembro do ano passado e foi aproveitado em diferentes estudos sobre o satélite natural. Na prática, as amostras têm sido importantes para garantir mais precisão a cronologia da Lua, a origem e a evolução lunar, além de indicar processos que ocorreram na superfície lunar. A descoberta também é importante para que futuras missões lunares se preparem para o tipo de recursos que podem ser encontrados na Lua. 

*Com informações do UOL e Olhar Digital

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