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Avião tecnológico inicia mapeamento no Tocantins em busca de minerais estratégicos

Foto: Igo Estrela/Serviço Geológico do Brasil

Uma nova etapa de mapeamento geológico começa no Tocantins. Um avião com tecnologia avançada está sobrevoando regiões do sul e sudeste do estado para estudar o subsolo e identificar áreas com potencial para minerais como terras-raras, cobre, ouro e níquel.

O projeto é coordenado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) em parceria com a Agência de Mineração do Tocantins (Ameto) e conta com investimento de cerca de R$ 10,5 milhões. 

Como funciona o mapeamento

O avião voa baixo e usa equipamentos que medem a magnetização, a gravidade e a radiação da terra. Essa técnica é chamada de aerogeofísica, que é um tipo de pesquisa feita do ar para descobrir o que existe debaixo da terra sem precisar cavar, tornando o processo mais rápido e com menos impacto ambiental.

Por que isso é importante

O Tocantins tem grande potencial mineral, mas ainda não foi muito explorado.
Se forem encontrados minerais estratégicos, chamados assim porque são essenciais para tecnologias modernas, podem surgir novas oportunidades de investimento, geração de empregos e desenvolvimento econômico na região.

Além disso, os dados do mapeamento ajudam as cidades e o governo do estado a planejar melhor o uso do solo, favorecendo uma mineração organizada e sustentável.

Próximos passos

A pesquisa vai cobrir cerca de 20 municípios e deve terminar até dezembro de 2025. Depois disso, os dados serão analisados e podem dar origem a novos projetos de pesquisa, exploração e mineração.

Essa iniciativa mostra como o Brasil está usando tecnologia e responsabilidade ambiental para fortalecer o setor mineral no mercado global.

Fonte: G1 Tocantins

5 de setembro: dia da Amazônia

De natureza ímpar, a maior floresta do mundo é um dos patrimônios mais importantes do país e do planeta. Sua preservação está relacionada ao destino da humanidade.

Celebrado no dia 5 de setembro, o Dia da Amazônia foi instituído pela Lei nº 11.621, de 19 de dezembro de 2007. A legislação teve como propósito estabelecer uma data para que todos os brasileiros possam refletir sobre um dos patrimônios mais valiosos do país e do planeta. 

A Amazônia Legal, área de floresta que pertence ao Brasil,  possui uma área de aproximadamente 5 milhões de km² e abrange 59% do território brasileiro, distribuído por 775 municípios. Representa 67% das florestas tropicais do mundo. Ao todo, a Amazônia ocupa uma área de aproximadamente 6,74 milhões km², que se estende por oito países: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Venezuela e Suriname mais o território da Guiana Francesa. 

A data também foi pensada como forma de orientar as ações públicas e privadas relativas ao desenvolvimento socioeconômico de toda a região, buscando harmonizar e compatibilizar a conservação da natureza e a proteção ambiental com as necessidades de desenvolvimento socioeconômico dos estados que integram a Amazônia. Afinal, a preservação da Amazônia está intrinsecamente ligada ao destino da humanidade.

O setor mineral acredita no desenvolvimento econômico alinhado a práticas de proteção ao meio ambiente e valorização dos povos e comunidades da floresta, na promoção de um desenvolvimento socioeconômico e de qualidade à vida das pessoas em geral.

Para preservar e promover o crescimento sustentável é fundamental conhecer e buscar a união de forças em prol da região. O futuro da Amazônia passa pelo desenvolvimento de novas economias e pela proteção às florestas. 

IBRAM presta sua contribuição ao futuro da Amazônia

A Conferência Internacional da Amazônia e Novas Economias, organizada pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), reuniu em Belém (PA), entre os dias 30 de agosto e 1 de setembro, representantes de diversos setores para tratar de questões que envolvem o desenvolvimento socioambiental e econômico da região.

Especialistas, profissionais de setores vinculados às novas economias, representantes do governo, gestores públicos, empresários, organizações da sociedade civil e comunidades de povos ancestrais e originários promoveram um amplo debate sobre a busca por um futuro sustentável para a Amazônia por meio da conservação do bioma, do desmatamento líquido zero e da promoção do bem-estar social para as suas populações.

Para saber mais sobre a Conferência e as propostas para o desenvolvimento econômico sustentável, confira o site do evento em: https://amazoniaenovaseconomias.com.br/

Com informações de: Ministério do Meio Ambiente, Câmara dos Deputados e Valor Econômico